Ler a letra abaixo mencionada e reflectir sobre a mesma. Escrever uma composição com um mínimo de 100 palavras no qual, deverão constar alguns conceitos chave: amor ao clube, orgulho, raça e resolução daquilo que achem que está mal. Prazo para entrega: o mais rápido possível.
"Ó meu Porto onde a eterna mocidade
Diz à gente o que é ser nobre e leal
Teu pendão leva o escudo da cidade
Que na história deu o nome a Portugal
Ó campeão o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto!
Porto, Porto, Porto, Porto!Porto, Porto!
Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Ó ó Porto então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós
Ó campeão o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Têm no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto!
Porto, Porto, Porto, Porto!Porto, Porto!
A letra é da autoria do escritor e dramaturgo Heitor Campos Monteiro e a música do maestro maestro António Figueiredo e Melo, primo de António Augusto Figueiredo e Melo, que foi presidente do FC Porto em 1931. A sua versão mais antiga foi gravada e cantada pela Maria Amélia Canossa. Há 3 versões diferentes deste hino mas a mais antiga e que por isso, têm mais significado para quem ame o clube é mesmo a da Maria Amélia Canossa.
Reflictam agora sobre o significado desta canção que, deveria ser muito mais do que uma simples letra bonita.

1 comentário:
O hino do Futebol Clube do Porto foi composto em 1922 e é ainda hoje tocado em aniversários e outros eventos do clube, bem como durante a entrada das equipas em campo sempre que o FC Porto joga em casa. Durante a sua reprodução, a maioria dos adeptos mantém-se de pé, erguendo os cachecóis, e as claques levantam os seus estandartes. Há alguns anos, quer os Super Dragões quer o Colectivo Ultras 95 passaram também a cantá-lo durante os jogos.
A letra é da autoria do escritor e dramaturgo Heitor Campos Monteiro (que desde 1998 dá nome a uma rua na freguesia de Paranhos, no Porto[1]) e a música foi composta pelo maestro António Figueiredo e Melo, primo de António Augusto Figueiredo e Melo, que viria a ser presidente do FC Porto em 1931[2], e regente da Banda do Asilo Profissional do Terço[3], que executou o hino em público pela primeira vez. Posteriormente, na década de cinquenta, o hino do FC Porto foi interpretado e gravado pela cantora Maria Amélia Canossa.
Um dos momentos altos da inauguração do Estádio do Dragão, em 2004, foi a interpretação do hino do FC Porto a cappella pela cantora alto-beirã Isabel Silvestre. Em 2006 foi lançado o CD Tanto Porto, resultado de uma parceria entre Luís Jardim e Carlos Tê, que incluía, além de cinco temas originais, três versões do hino do clube: a de Isabel Silvestre a cappella, uma versão com arranjo rock interpretada por Nuno Norte e uma regravação da versão clássica, tocada pela Orquestra Sinfónica de Londres e novamente com a voz de Maria Amélia Canossa.
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